terça-feira, 29 de setembro de 2009

ALICE IN CHAINS - BLACK GIVES WAY TO BLUE

Questão de minutos atrás o Carlos me surpreendeu (positivamente, é claro). Falávamos sobre o novo álbum do Alice In Chains, quando comentou/convidou: "Tu podia começar a lançar estas novidades no blog".

Convite aceito, aqui estou na difícil missão de falar sobre "Black Gives Way To Blue", o novo trabalho de uma das bandas mais influentes da década de 90 e que certamente fez parte da vida de muitos de nós que, felizmente, gostamos de boa música. Em tempo: lançado exatamente HOJE, já estava disponível para compra através do iTunes. E claro... sem querer eu percebi que já havia vazado na semana passada...

Não serei pretencioso ao ponto de fazer uma análise altamente apurada em termos conceituais, técnicos e essa parafernália toda que inventaram para 'rotular o irrotulável'. Vou falar como fã, nada mais.

Já que tudo sempre começa do começo (?), a 1ª faixa, "All Secrets Known", é emblemática:

"Quebrado, um novo começo
Tempo, tempo para começar a viver a vida
Pouco antes de morrer
Não há volta ao lugar onde começamos"

Foram exatos 26 segundos de tensão... Guitarras, baixo, bateria,... tudo alí sendo ouvido e nada do vocal ainda. Segundos que viraram uma eternidade até que...

Bom, não há como desassociar uma coisa de outra. Embora AIC fosse também Jerry Cantrell, a identidade da banda, sua voz propriamente dita, sempre foi e será Layne Staley. Mas antes que se enforquem em pés de alface, passem a ouvir Fresno ou queiram arrancar minha cabeça, digo: Alice In Chains continua sendo Alice In Chains.

A entrada de William DuVall, que não deve ter passado por pressão menor substituindo Layne, não quebrou em nada o timbre da banda, nitidamente respeitado e mantido por Cantrell e os demais. Sim, Mike Inez no baixo e Sean Kinney na bateria, então podem largar as cartelas de Lexotan agora...

Cantrell e DuVall encaixaram vocalmente da mesma forma como era o duo com Layne, e o fato de se manterem íntegros ao espírito e à história da banda faz deste "novo começo" o preenchimento de uma lacuna... Não! O mais correto é "breve cicatrização de uma ferida aberta em 2002".

Voltando ao álbum. São 11 faixas com a marca registrada da banda. Um som igualmente forte, obscuro, provocante e melodicamente insano. Entenderia como um apanhado de tudo o que sempre foi (e será) AIC, passando por todos os tons explorados em 22 anos de história.

Destaque para a emocionante "Black Gives Way To Blue", uma música que nitidamente fala sobre Layne e cujo piano é tocado por ninguém menos que Elton John. E não seja um porco! Não torça o nariz: escute, acompanhe sua letra e perceberá porquê Cantrell considerou este encontro "algo mágico".

Indo um pouco mais além, sugiro que assistam ao EPK (press kit eletrônico - conteúdo em inglês) do álbum, disponível no website da própria (www.aliceinchains.com) e mais abaixo. É interessante ouvir os caras comentando a reunião, falando sobre o processo de criação de todo álbum e sobre... Layne Staley. As pausas na fala e os olhos denunciam que a ferida é mais profunda do que se imagina...

Mas é 'tempo para começar a viver a vida', e este novo capítulo do Alice In Chains está apenas começando.

Preto dá lugar ao azul. Até a próxima!!

Alice In Chains - Black Gives Way To Blue
Lançamento: 29 de setembro de 2009

1 - All Secrets Known
2 - Check My Brain
3 - Last Of My Kind
4 - Your Decision
5 - A Looking In View
6 - When The Sun Rose Again
7 - Acid Bubble
8 - Lessons Learned
9 - Take Her Out
10 - Private Hell
11 - Black Gives Way To Blue

* William DuVall – vocal, guitarra
* Jerry Cantrell – guitarra, vocal
* Mike Inez – baixo
* Sean Kinney – bateria

* Nick Raskulinecz – produtor
* Elton John – piano em "Black Gives Way to Blue"
* Gravadora: Virgin/EMI

* Website oficial da banda
* MySpace oficial

EPK de "Black Gives Way To Blue"


Vídeo oficial de "Check My Brain"



Vídeo oficial de "A Looking In View"

PSICODALIA 2009/2010 DE ANO NOVO!!!!


FESTIVAL PSICODÁLIA DE ANO NOVO 2009/2010
FESTIVAL PSICODÁLIA DE ANO NOVO 2009/2010Mais um festival está chegando!!!
Este ano teremos uma edição histórica de ANO NOVO nos dias 30 e 31 de dezembro e 01, 02 e 03 de janeiro.
Shows confirmados, Blindagem, Terreno Baldio, MUTANTES, entre outros.
Este ano a cidade escolhida foi Rio Negrinho - SC, cidade que fica a 120Km de Curitiba.
Preparem-se para mais um Festival Psicodália com muita paz, alegria e companheirismo! E lembre-se: O FESTIVAL PSICODÁLIA não é uma “Rave”! a Natureza agradece.
breve mais noticias!!!!!
GRANDE ABRAÇO!!!!!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

É SÉRIO ISTO!!!


SÓ PARA DESABAFAR UM POUCO!!!!

QUE ÉPOCA POBRE DO ROCK NACIONAL
MAS ISTO NÃO É CULPA DOS ROQUEIROS PQ ELES AINDA FAZEM SUA PARTE, A CULPA É DE QUEM LANÇA BANDAS ADOLESCENTES QUE SÓ CANTAM BOBAGENS!!!!
INTENDO A PARTE DA GRANA MAS PQ NÃO É DADA A QUEM REALMENTE SE IMPORTA E VIVE O ROCK NA SUA ESSÊNCIA?????
É, OS ROQUEIROS ESTÃO FICANDO VELHOS E AGORA?
NEM VOU CITAR OS NOMES DAS BANDAS RUINS PQ ELAS JÁ TEM TODA MIDIA!!!
MAS AQUI VAI ALGUMAS QUE MERECIAM MAIS ATENÇÃO DE TODOS!!!
- CARTOLAS

-BLINDAGEM

-MARCELO NOVA

-REPLICANTES

-ZEFIRINA BOMBA

-OS DILETANTES
-MELL PECK

E MUITAS OUTRAS QUE ESTÃO LEVANDO O ROCK A SÉRIO !!!!!
VALEU GRANDE ABRAÇO!!!!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

CURIOSIDADES DO ROCK NACIONAL DO DIA 22 DE SETEMBRO!!!


ALGUMAS CURIOSIDADES DO DIA 22 DE SETEMBRO NA HISTÓRIA DO ROCK NACIONAL!!


- 1947: Nasceu, em Cruzeiro (SP), Vanusa Santos Flores, a cantora e compositora Vanusa, que fez grande sucesso na Jovem Guarda, como concorrente de Wanderléia, com a música “Pra Nunca Mais Chorar” (de Carlos Imperial e Eduardo Araújo), presente em seu primeiro disco, lançado em 1968. Com o cantor Wanderley Cardoso e o comediante Renato Aragão, atuou no programa Adoráveis Trapalhões, na TV Record, de São Paulo. Em 1976, gravou pela primeira vez a canção “Avohai”, lançando seu autor, o paraibano Zé Ramalho.


- 1970: Nasceu, no Recife, Marcos José Santos Matias da Nação Zumbi.


- 1991: O Titãs lançou o sétimo disco Tudo Ao Mesmo Tempo Agora. Os destaques são “Saia de Mim”, “O Fácil é o Certo”, “Eu Não Sei Fazer Música” e “Flat-Cemitério-Apartamento”.


- 1997: Arnaldo Antunes, ex-vocalista e letrista do Titãs, lançou o quarto livro de poesias Dois ou Mais Corpos no Mesmo Espaço. O livro vinha acompanhado de um CD com 13 poesias faladas.


- 2002: O Sepultura lançou o disco ao vivo Under a Pale Grey Sky com 28 músicas. Esse disco registra o último show da turnê Roots. Os destaques são “Roots Bloody Roots”, “Troops of Doom”, “Necromancer” e “Biotech is Godzilla”.


ATE A PRÓXIMA!!!!! GRANDE ABRAÇO!!!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

BANDA DO MES ¨LOVE CHALEIRA¨

A Love Chaleira surgiu depois de um churrasco na casa do Rodrigo, nosso baixista depois de fazer um som. Essa reuniao de amigos ficou sem nome por um tempo, até que um dia, após algumas cervejas vimos um DVD em cima da mesa que se chamava "love in time of chollera", e foi lido e interpretado LOVE CHALEIRA. Nada mal para uma banda do Sul. Compomos músicas próprias e fizemos um rock honesto.

INTEGRANTES!!
Rafael Kunz (vocal) Rodrigo Rydysk (Baixo) Zé Roberto Muniz (Guitarra) Rodrigo Eduardo - Dudu (Bateria).

http://www.myspace.com/lovechaleira

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

ROCK BAND` TRANSFORMA HISTORIA DOS BEATLES EM CLASSICO INTERATIVO!!!


Rock band’ transforma história dos Beatles em clássico interativo
Quando o jogo “The Beatles: Rock band” foi anunciado oficialmente em 30 de outubro de 2008, fãs de games musicais e beatlemaníacos se dividiram em dois grupos: o primeiro tinha a certeza de que o jogo seria um sucesso absoluto. Já o segundo, embora acreditasse que o poder do nome “Beatles” fosse suficiente para garantir as vendas, temia que a versão interativa não estivesse à altura da história de John, Paul, George e Ringo.Um ano depois, esse temor já pode, enfim, se dissipar. “The Beatles: Rock band”, que o G1 teve a chance de experimentar na semana passada e que será lançado nesta quarta-feira (9) em diversos países do mundo (o Brasil ainda deve esperar pelo menos até o próximo dia 18), atinge o objetivo de transpor a saga da banda de rock para o universo dos videogames.
É um produto cultural feito com um capricho ímpar, que agradará aos fãs dos Beatles e, ainda mais importante, será capaz de introduzir a saga do grupo – considerado por muitos o maior e mais influente de todos os tempos – nos anos 60 às novas gerações.Para contar a história dos Beatles, os produtores utilizaram, com algumas alterações, a já consagrada plataforma “Rock band” – que herda também características de sua série concorrente, “Guitar Hero”. Nas guitarras de plástico, basta apertar os botões indicados na tela e “tocar” na hora certa. Na bateria, idem. Quem canta, além do tempo, precisa manter o tom correto. E, pela primeira vez na trajetória da franquia, é possível cantar em até três vozes, fazendo jus às harmonias vocais características de algumas fases do Fab Four.Foram feitas mudanças para deixar “Rock band” mais palatável para quem, atraído pelos Beatles, está estreando no mundo dos jogos. Não é necessário, por exemplo, enfrentar inúmeros desafios para destravar músicas: o repertório inteiro já está liberado desde o início no modo Quick Play. Também é possível jogar descompromissadamente, sem correr o risco de falhar em alguma canção.
Opção estética
Mas, se não era possível revolucionar tanto na jogabilidade, a Harmonix investiu na narrativa e nos gráficos. E, em ambos os aspectos, merece ser louvada. É difícil lembrar de alguma obra multimídia que tenha conseguido utilizar tão bem a interatividade para contar uma história. E “The Beatles: Rock band” é exatamente isso: uma pequena ópera digital, com gráficos tridimensionais, fotos e vídeos históricos mesclados à sensação de estarmos ali, nos palcos e nos estúdios, construindo a carreira lendária da banda de Liverpool.
AGORA É SÓ JOGAR E CURTIR!!!

terça-feira, 1 de setembro de 2009